• Escola Cearense de Oftalmologia
  • Credenciada pelo Conselho Brasileiro de Oftalmologia e Associação Médica Brasileira
EXAMES
TOPOGRAFIA CORNEANA

TOPOGRAFIA CORNEANA

A topografia da córnea é a avaliação bidimencional e numérica da curvatura corneana. É indicada para acompanhamento na evolução de astigmatismo, acompanhamento de ceratocone e do transplante corneano. É realizada também no pré-operatório de cirurgia refrativa a LASER e da cirurgia de catarata.

O exame é fotográfico, não havendo necessidades de colírios anestésicos. No Núcleo de oftalmologia o topógrafo utilizado é de marca Italiana (CSO), que permite, além da topografia corneana, realizar Aberrometria da córnea, além de simulações na adaptação de lentes de contato.

TOPOGRAFIA CORNEANA TOPOGRAFIA CORNEANA

Figura 1 e 2 - Topografia - Astigmatismo iregular e simetrico

TOPOGRAFIA CORNEANA

ULTRASSONOGRAFIA OCULAR

A ultrassonografia ocular é considerada um método diagnóstico por imagem não-invasivo de extrema importância principalmente nos olhos em que há opacificação dos meios, tais como, catarata e hemorragias intraoculares. Com este exame é possível detectar descolamentos de retina, tumores, hemorragias vítreas, inflamações/infecções intraoculares, assim como planejar procedimentos cirúrgicos. A dilatação da pupila não é necessária para esse exame, mas às vezes o oftalmologista precisa avaliar o fundo de olho para melhorar o seu diagnóstico.

TOPOGRAFIA CORNEANA

PAQUIMETRIA CORNEANA

A paquimetria é medida da espessura corneana. É indicada, principalmente, para diagnóstico do glaucoma e no pré-operatório da cirurgia refrativa a LASER. No núcleo de Oftalmologia existem dois tipos de paquímetro, o óptico, onde não há necessidade do uso de colírio anestésico, pois a medida é óptica, sem toque e a medida por ultrassom.

A medida por ultrassom é indicada quando há alguma alteração na transparência corneana que impeça a medida óptica, nesse caso há a necessidade do uso de colírio anestésico, pois haverá toque da sonda na córnea.

No núcleo de oftalmologia o aparelho utilizado para paquimetria óptica é da empresa Tomey (Japonês) e para paquimetria ultrassônica o da Quantel (Francês).

RETINOGRAFIA COLORIDA

RETINOGRAFIA COLORIDA

É um exame de imagem não-invasivo, sem a necessidade de contraste, utilizado para documentação fotográfica da retina e nervo óptico. Este exame é muito útil no acompanhamento dos pacientes, como por exemplo, em portadores de glaucoma, estando indicado em todas as doenças que afetam o "fundo do olho". Para este exame é necessária a dilatação da pupila.

BIOMETRIA

BIOMETRIA

A biometria ocular é a realização de determinadas medidas do nossos olhos que culminam no numero da lente intraocular que poderá ser implantada quando realizamos a cirurgia de catarata. A medida pode ser feita por meios ópticos (interferometria) ou por ultrassom. A medida óptica é mais rápida e confortável, pois não há necessidade de colírio anestésico, sendo também mais reprodutível. A medida por ultrassom é utilizada quando a catarata está muita avançada, não permitindo a passagem da "luz" da biometria óptica.

Se o examinador for experiente e os métodos aplicados sejam adequados, a precisão dos dois métodos se equiparam. A precisão nas medidas das lentes giram em torno de ± 1 grau. No Núcleo de Oftalmologia o biômetro óptico utilizado é o da Zeiss (Alemão) chamado IOL Master e o biômetro ultrassônico da Quantel (Francês).

RETINOGRAFIA COM AUTOFLUORESCÊNCIA

RETINOGRAFIA COM AUTOFLUORESCÊNCIA

É um exame de imagem não-invasivo, sem a necessidade de contraste, que aproveita as propriedades naturais de fluorescência da lipofucsina, para fornecer informações estruturais e metabólicas da retina. A lipofucsina é um componente essencial para o funcionamento do epitélio pigmentar da retina, portanto o acumulo ou perda desta substância está associada a uma série de doenças da retina. Para este exame é necessária a dilatação da pupila.

MICROSCOPIA ESPECULAR

MICROSCOPIA ESPECULAR

A microscopia especular é uma fotografia que fornece a quantidade e formato das células que formam a última camada da córnea, o endotélio. É fundamental sua realização no pré-operatório das cirurgias de catarata ou em qualquer outro procedimento cirúrgico ocular em que a câmara anterior do olho for aberta. É utilizada também para acompanhamento do endotélio das córneas transplantadas, assim como dos pacientes que possuem córnea Guttata ou distrofia endotelial de Fuchs.

Como o exame é fotográfico, não há necessidade de colírio anestésico. No núcleo de oftalmologia o aparelho de microscopia utilizado é o Tomey, considerado um dos mais adequados do mundo para esse tipo de procedimento.

MICROSCOPIA ESPECULAR MICROSCOPIA ESPECULAR

Especular Normal e Espetular Guttata

RETINOGRAFIA COLORIDA

ANGIOGRAFIA FLUORESCENTE

É um exame de imagem que avalia a vascularização da retina e da coróide, através da aplicação de um contraste intravenoso (fluoresceina sódica). Está indicado para todas as patologias da retina que tenham alterações vasculares em seu quadro clínico, sendo muito útil para o tratamento e acompanhamento de maculopatias como a degeneração de mácula pela idade (DMRI), da retinopatia diabética, da retinopatia hipertensiva, das oclusões venosas e arteriais e dos tumores oculares. Para este exame é necessária a dilatação da pupila.

TOMOGRAFIA DE COERÊNCIA ÓPTICA

TOMOGRAFIA DE COERÊNCIA ÓPTICA OU OCT

É um exame não-invasivo, sem a necessidade de contraste que utiliza ondas de luz para gerar imagens de alta resolução do interior das estruturas oculares, como se fosse um corte histológico, permitindo-se visualizar as várias camadas da retina e da coriocapilar. Este exame revolucionou o diagnóstico e acompanhamento das doenças da retina e nervo óptico, permitindo a obtenção de imagens bem detalhadas e a detecção de alterações internas na retina e nervo óptico, que outros exames não permitem identificar. Como exemplo, podemos citar a detecção precoce da degeneração macular relacionada à idade (DMRI) e o glaucoma. Para este exame é necessária a dilatação da pupila.

OCT Buraco OCT DMRI OCT NORMAL OCT SEROSA

OCT Buraco, OCT DMRI, OCT Normal, OCT Serosa

RETINOGRAFIA COM AUTOFLUORESCÊNCIA

Campo Visual

O exame de campo visual é realizado para detectar áreas de visão "perdidas" com a evolução do glaucoma. Quando fixamos o olhar em frente conseguimos visualizar as imagens logo à frente, nas laterias direita e esquerda, assim como em cima e em baixo. Quando temos uma perda de campo visual, gerado por um aumento da pressão intraocular com consequente glaucoma, perdemos definitivamente a visualização de uma dessas áreas, começando comumente pela áreas periféricas. O exame de campo visual é indicado para pacientes com suspeita de glaucoma, como também para o acompanhamento semestral dos portadores dessa doença.